André Pessoa

“Servir a Deus na área da música é para mim uma experiência gratificante”

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André Pessoa e Joel Soares

Bem, eu comecei a vir à Igreja em Janeiro de 2009. Fui influenciado pelo Marco Cancela; ele começou a falar-me da Igreja do Jubileu, que estava lá muita gente que eu conhecia, e então, passado algum tempo, decidi ir. Fui a um Domingo. No início, fui mais pelos meus amigos, mas à medida que o tempo passava e ia ouvindo falar de Deus, comecei a sentir necessidade de falar com Ele e chegar-me mais perto dele. O Retiro de Fevereiro marcou muito a minha vida pois senti o Espírito Santo de uma maneira tremenda a mexer comigo, e também, nessa mesma semana por ter sentido Deus como nunca tivera sentido antes,decidi entregar a minha vida nas mãos dele. Teve um grande impacto na minha vida, pois começei a sentir necessidade de mudar a minha postura perante o mundo, para agradar a Deus, e cumprir a vontade que Ele tem para a minha vida.

2. Como é ser cristão na escola: como marcas a tua influência?

Ser Cristão na escola é muito dificil. Este não é o nosso mundo, e estar no meio de tanta confusão, onde vejo todos os dias pessoas a praticar acções que para Deus são ilicitas ainda é mais complicado. Tento marcar a minha influência distanciando-me da “confusão”, dos perigos, e das tentações. Tento também não negar Deus perante os meus amigos, pois acredito que Deus está sempre a testar-nos, e a escola é um grande teste para nós. Ter amigos cristãos na escola e também na turma ajuda muito no nosso desenvolvimento enquanto “Corpo de Deus”.

3. O facto de teres familiares crentes, ou que já frequentaram a igreja, como achas que eles olham para ti, depois de regressares à “casa do Pai”?

Eu penso que eles ficam contentes por mim, aliás muito contentes, por eu frequentar a casa do Pai, por ter regressado ao lugar que eles ja pertenceram, e que alguns ainda pertencem. Isto para mim é extremamente gratificante pois sei que para além de ser uma família biológica, tambem pode ser uma familía espirítual.

4. Sabemos que gostas muito de cantar: como consideras o facto de poderes servir a Deus na área da música?

Servir a Deus na área da música é para mim uma experiência gratificante, pois adoro cantar e tambem adoro servir a Deus, logo juntou-se o útil ao agradável. Fico muito feliz por ter entrado no Grupo de Louvor, pois desde que entrei para a Igreja, tive logo esse desejo. Também no Retiro de Fevereiro o Telmo Neto profetizou que eu iria servir a Deus na área da musica, foi muito importante para mim. Nas minhas orações pedi muitas vezes a Deus servir nesta área, e hoje, aqui estou eu, a servir onde mais desejo.

5. Completa:

a) o meu livro favorito é…a biblia, pois é o único livro com que eu tenho contacto.

b) quando me sinto só eu…falo com amigos ( ps: nunca estou só, Deus tá sempre comigo).

c) se pudesse eu…gravava o meu próprio cd.

d) Nunca… digas nunca.

6. Qual a passagem bíblica que mais gostas e porquê?

Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” – Mateus 6:33este versículo foi e é muito importante para mim no meu crescimento enquanto cristão, pois me ajuda a olhar e a buscar as coisas de cima, as coisas de Deus.

David Garcia

Deus tem sempre uma solução maior que o teu problema”.

JP. – É sabido que cresceste na igreja e tiveste uma educação cristã. Quando tiveste o teu encontro realIMG008 com Jesus?

DG. – O meu primeiro encontro com Jesus foi na altura em que o aceitei como meu verdadeiro Senhor. Aconteceu na Super Igreja, num ministério liderado pelo Telmo, onde perguntou se queríamos aceitar Jesus.

JP. – É fácil seres e assumires-te como cristão, nos nossos dias?

DG. – Nos dias de hoje é complicado, pois quando falho em algumas situações as pessoas questionam sempre “ é isso que aprendes na igreja?” mas com a força de Deus tenho conseguido marcar a diferença em algumas situações.

JP. – Que áreas gostavas de servir na Igreja e porque essas e não outras?

DG. – Gostava de servir na área do som ou algo relacionado com o louvor, pois é a área em que desperta em mim maior prazer em servir.

JP. – Como descreves o ministério de Jovens?

DG. – O ministério de jovens é óptimo, sinto que somos como uma família onde nos suportamos em oração e aprendemos juntos mais de Deus.

JP. – Como descreves a tua relação com Deus?

DG. – A minha relação com Deus ultimamente tem crescido de uma forma espantosa, posso dizer que tenho uma grande intimidade com Deus e que Ele é fiel. “Deus tem sempre uma solução maior que o teu problema”.

JP. – Tens algum versículo que gostes muito e que queiras partilhar com os outros jovens?

DG. – “Pedi, e dar-se-vos-á, buscai, e encontrareis, batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe, e o que busca, encontra e, ao que bate, abrir-se-lhe-á.” Mateus 7:7,8.

João Lino

Deus não se preocupa com o que temos nas mãos, mas sim o que temos no coração

DSC_0888%20%5BResolu%C3%A7%C3%A3o%20da%20%C3%81rea%20de%20Trabalho%5Dcopy1. Fala-nos um pouco do teu percurso, na Igreja.

Eu já ando na igreja desde o tempo em que andava na barriga da minha mãe. Comecei a frequentar a Super Igreja onde conheci Jesus pela primeira vez. Depois, o Ministério dos Discípulos de Jesus foi criado e transitei da Super Igreja para os Discípulos. Foi aí, que realmente percebi que Jesus me ama. Agora continuo o meu percurso com Deus, no Ministério dos Jovens com Propósito e, de certeza que passarei por muitos mais ministérios com o mesmo principio: adorar aquele que morreu por nós.

2. Como começou a despertar em ti, o interesse pela bateria e, há quanto tempo tocas?

Eu interessei-me pela bateria quando ainda era muito novinho, já quase que não me lembro como tudo começou. Acho que comecei a dar uns toques quando tinha 4 anos, e desde aí foi sempre a crescer, apesar de haver uns momentos da minha vida que, literalmente, não tocava na bateria, mas eu arrependi-me e agora invisto mais tempo na bateria. Apesar da bateria não ser um instrumento que se possa tocar sozinho, é um instrumento que me apaixonei e que dificilmente largarei.

3. Recentemente tiveste uma nova experiência, enquanto músico, no Musical Camp, do ministério Adonia. De que forma é que essa experiência foi marcante para ti?

Aprendi que numa banda musical não existe um “eu” e que trabalhar bastante compensa, pois Deus faz a sua parte. A banda passou por dificuldades, fizemos horas extra a ensaiar, mas Deus estava lá e ele ajudou-nos. Tivemos 3 concertos que dificilmente seriam superados.

4. O que significa para ti, servir a Deus, na área da música?

É uma verdadeira bênção Deus usar-me na área da música, sabendo que proclamo o nome do Senhor através da música e que sou uma bênção para os outros e para o Grupo do Louvor.

5. Queres deixar algum versículo que tenha um significado especial para ti?

Tenho dois, que encaixam bem na sociedade materialista em que vivemos: Mateus 6:19-20

Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam.”

Deus não se preocupa com o que temos nas mãos, mas sim o que temos no coração. Porquê ser rico em material se a nossa vida na terra não é eterna?

Mauro Paulino

“Deus trabalha de uma forma curiosa”

Passeio com os Primos 0101 – Como começaste a ir à Igreja?

Comecei a ir à Igreja tinha os meus 15 anos. Quando passei para o 10º ano um colega (Joel Soares – hoje mano!!!) era crente e falava de Jesus de uma forma coerente sempre que o assunto surgia e os seus comportamentos marcavam a diferença. Mas isso, inicialmente, não chegou porque estava sempre a brincar com a situação. Um dia convidou-me para ir a uma reunião dos jovens à tarde. E lá fui eu. Mas fiquei sempre à parte. O grupo bem me tentou chamar para junto deles mas eu só dizia “estou bem aqui obrigado”. E o esforço que eu fiz para não me rir quando os vi a orar… Mas o tempo passou e Deus trabalha de uma forma curiosa. E fui-me envolvendo com as pessoas, com o Deus de misericórida e amor que me era apresentado até que no dia 22/3/02 numa reunião igual àquela em que me isolei (o Clube T na altura); passado 7 meses estava a baptizar-me. E até hoje tem sido um processo e uma caminhada diária.

2 – Ao longo da tua caminhada com Deus, foste “chamado” a servir com adolescentes. Qual o impacto dos Discípulos na tua vida e como é servir com uma faixa etária tão especial?

É incontornável não falar do Clube T, novamente. Numa das reuniões a líder da altura (Filipa Lino) estava a falar sobre Dons e servirmos na Obra de Deus. Enquanto ela partilhava as necessidades da Igreja, as quais se incluia um ministério de pré-adolescentes. E face a isto houve um sentimento, um despertar diferente. O qual foi reforçado após conversa com outras pessoas na sala. Por exemplo, o Luís Fernandes que iniciou o ministério comigo em Setembro de 2004 e a Filipa Lino que foi incansável na estruturação de todo o trabalho. Para além da responsabilidade, tem sido um trabalho brutal. Investir na vida deles, organizamos actividades, aprendermos mais de Deus (sim eu também aprendo!!!) , e vivenciar momentos únicos…

3 – Foste considerado um aluno brilhante, com uma nota excelente. Como foi para ti, estudar e servir a Deus em simultâneo?

Foi uma tarefa árdua mas ensinaram-me muito bem a lição: tudo passa por uma questão de gestão de tempo. Por exemplo, sabia que ao Sábado à tarde tinha reunião, à noite ensaio e no Domingo de manhã culto. Sendo assim, organizava toda a minha semana de trabalho e estudo sabendo que não podia utilizar esse tempo para fazer coisas da universidade. Sem dúvida que implicava esforços extras em determinados dias, em determinadas semanas mas depois o facto de estar livre naquele tempo para servir a Deus e estar junto daqueles que amamos é gratificante. E com isto a fidelidade de Deus manifesta-se…

4 – Recentemente escreveste um livro, fala-nos um pouco acerca dele e, numa prespectiva cristã, como o encaras?

É um livro com uma temática muito séria e que merece especial reflexão. Este livro vem no seguimento do meu estágio académico e do meu trabaho de final de curso. É um livro que tem uma dupla missâo: a missão de informar porque muito se desconhece sobre os crimes sexuais; e a missão de prevenir visto que só podemos agir quando tomamos consciência das coisas. Como refiro nos agradecimentos é um livro que pretende ser um contributo para que vidas de crianças não sejam atropeladas por adultos, inclusive as crianças com quem trabalho. Por outro lado, a missão árdua de perdoar alguém que comete um acto abominável e condenável.

5 – Como é para ti, servir não só nos Discípulos, mas também com os “mais velhos”?DSC06486b

Ora bem, servir com os mais velhos era algo que não estava à espera mas quando a proposta foi feita e pela equipa que ia estar envolvida não hesitei. E está a ser uma experiência igualmente fantástica. Alguns dos jovens do grupo foram antes crianças que acompanhei e voltar a estar perto, bem como, acompanhar com mais proximidade o crescimento deles nos planos de Deus é algo que me deixa muito contente. Funciona também como motivação extra para continuar a investir na vida dos mais novos porque os frutos irão surgir, apesar das dificuldades. Por outro lado é igualmente enriquecedor estar com adultos jovens e partilhar uma caminhada para a mesma meta.

6 – Tens algum versículo, em especial, que queiras partilhar com os Jovens?

A Bíblia toda! Existem sem dúvida versículos que me são muito especiais e que são pilares essenciais no meu caminhar diário com Deus. Por isso deixo dois. Posso?

Mateus 22:37 – “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento”.

Salmos 37:4-5“Busca Tua felicidade no Senhor e Ele te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e Ele tudo fará”.

Casamento Filipa e Paulo 37 – Que mensagem queres deixar a todos aqueles que lerem esta entrevista?

Gostava de deixar uma mensagem de incentivo a uma busca diária, a uma intimidade diária com Deus. Está na altura da juventude e da Igreja em geral deixar de brincar aos crentes. Para além de se ter em mente que Deus abre caminhos, mas caminhar é connosco! Deus vos abençoe fortemente.

Paula Correia

senti que tinha começado uma nova caminhada em Deus e iniciei uma procura constante de Deus.

1. – Como comepaula1çaste a ir à igreja?

Comecei muito cedo, cresci no seio de uma família cristã. Desde criança que tive uma educação católica e como tal sempre ouvi falar de Deus. No passado frequentava a igreja católica, onde fiz quase todos os sacramentos desde o baptismo até ao crisma. No decorrer do ano de 2005 ( não sei precisar bem), recebi um convite da minha mãe para assistir a um dos cultos da Igreja do Jubileu. Inicialmente fiquei um pouco apreensiva mas depois acabei por aceitar o convite. Após algum tempo senti que tinha começado uma nova caminhada em Deus e iniciei uma procura constante de Deus.

2. – Gostavas de servir em algum ministério da igreja? Porquê?

Teria o maior prazer em dedicar parte da minha vida aos ministérios do Senhor, porque servi-lO é um dos propósitos que Deus tem para cada um de nós. Para mim é um enorme privilégio ser usada nas mãos do Senhor, naquilo que lhe parece melhor a seus olhos.

paula23. – Quais são os teus passatempos?

Tenho vários… A maior parte dos meus passatempos estão relacionados com o desporto, que é uma das áreas que me dá mais prazer de fazer. Desde criança que sempre tive um grande fascínio por actividades desportivas e tudo o que se relaciona com saúde, beleza e bem-estar. Frequento ginásio diariamente e pratico uma infinidade de modalidades tais como o Body Pump, Body Combat, Body Attack, Power Jump, MixFit, GAP, etc. Para além de todas estas actividades passo o tempo a passear, ouvir música, ler, conviver com amigos entre outras coisas.

4. – O que te cativa mais no Ministério de Jovens?

Sem dúvida a adoração e o louvor a Deus, embora também goste do convívio e do espírito de companheirismo existente no grupo. Foi no grupo que senti as minhas melhores experiências com Deus nomeadamente no retiro de jovens, e onde tenho vindo a conhecer pessoas fantásticas e maravilhosas que têm contribuído bastante de uma forma positiva na minha vida. Um obrigado a todos.

5. – Tens alguma passagem bíblica que gostasses de partilhar?

Sim, tenho. Existe uma passagem que me marca bastante, que é a seguinte: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque sou teu Deus, eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”, Isaías 41.10.

6. – O que faz esse versículo, tão especial para ti?

O facto de se identificar com a minha experiência pessoal. Tenho a prova de um Deus vivo na minha vida. Durante toda a minha existência sempre me apoiei muito em Deus, ele sempre esteve presente e nunca me abandonou em todo o percurso da minha vida. Posso dizer que tenho sido poupada nas mãos de Deus, com Ele tenho saído mais do que vencedora em todos os momentos e não tenho quaisquer dúvidas que, apenas ele, estará sempre comigo, me fortalecerá, me ajudará e sustentará hoje e sempre em todos os dias da minha vida.

Claudia Aguizo

“Ao fazermos teatro cristão estamos a pôr em evidência as características de Deus”

1.- Como chegaste à igreja e que impacto teve na tua vida.

clau1Corria o ano 2003 quando decidi aceitar o convite de um amigo meu para conhecer a sua igreja, uma igreja evangélica, a igreja do Jubileu. A curiosidade era muita, pois a minha educação era católica, tinha frequentado escuteiros e catequese, no entanto nada destas coisas me tinha preenchido. Lembro-me perfeitamente desse primeiro dia, a primeira música que lá ouvi foi a “troco a vergonha” cantada pela Isabel, e curiosamente, nesse primeiro culto houve um pequeno sketch, aquele do cérebro, e dos braços, as várias partes do corpo… alguns devem lembrar-se! Admito que o facto de ter tido teatro logo no primeiro dia em que fui à igreja, ajudou a que eu ficasse deslumbrada, mas essencialmente o que mais me chamou à atenção foi a grande liberdade de expressão que encontrei naquele lugar. Ali as pessoas louvavam a Deus de coração aberto, sem se reprimirem. Era aquilo que eu queria para a minha vida, queria ter a intimidade com Deus que aquelas pessoas tinham. A perseverança desse meu amigo foi fundamental, sei que orou por mim muitas vezes em todo este processo, ainda hoje esse meu amigo, e namorado, o Joel, é um grande apoio espiritual para mim. Dois dias depois desse primeiro culto, no dia 17 de Junho de 2003, ele fez comigo a oração em que entreguei o meu coração e toda a minha vida nas mãos de Deus e aceitei Jesus como Senhor e Salvador da minha vida. Nesse dia o Joel disse-me que estava a haver festa no céu pela decisão que eu tinha tomado, e sei que também partilhou a novidade com o Mauro e ele se tinha alegrado muito. Na altura eu não entendia o porquê de tanta festa, mas com o tempo eu percebi que naquele dia eu tinha tomado a decisão mais importante da minha vida, e desde aí tenho visto Jesus trabalhar em mim, moldando-me e acrescentando-me.

Nunca desistam de conquistar os vossos amigos e familiares para Cristo, é das maiores alegrias que se pode ter! Sejam perseverantes na oração e mostrem-lhes o caminho. Eu sou a prova viva que funciona!

2.- Fala-nos um pouco sobre o gosto pelo teatro e de que forma isso tem sido canalizado para o serviço na Igreja.

O gosto pela representação já vem desde criança, acho até que já nasceu comigo. Na igreja percebi que o teatro também podia ser útil, pois as peças são mais uma ferramenta eficaz para se transmitir a palavra de Deus. A minha primeira peça na igreja foi ainda em 2003, em Dezembro. Surgiu no âmbito do clube T, era preciso alguém para encenar e de uma maneira natural passei a ser eu a ficar responsável por todas as actividades nesta área. Com o passar dos anos começou a surgir a necessidade de se criar um ministério de teatro, para que os envolvidos começassem a ter o seu espaço, a receber formação e a desenvolver actividades próprias. Assim, a 17 de Junho de 2006, curiosamente 3 anos depois de eu ter aceitado Jesus, surgiram os ICHTHUS (que significa, Jesus Cristo, Deus, Filho e Salvador).

3.- Achas que o ministério de teatro nas igrejas é pouco explorado. O que achas que falta?

Para além de pouco explorado penso que é também subestimado. A arte de representar não serve apenas para clau2entreter as pessoas. As representações verdadeiramente inspiradas na palavra de Deus têm poder! Quer sejam peças de teatro, ou filmes, ajudam-nos a ter percepção de certos exemplos de uma maneira mais concreta e real. Fazem-nos reconhecer comportamentos e reflectir sobre eles. Já li testemunhos de pessoas que admitem que já restauraram relacionamentos e outros que vieram à salvação, após terem assistido a peças cristãs. Por tudo isto, é um ministério que deve ser mais desenvolvido nas igrejas.

4.- Relativamente ao Grupo de Teatro Ichthus, o que gostavas de fazer, enquanto ferramenta de evangelização e de difusão da palavra de Deus?

A médio prazo quero retomar os cafés-teatro. Era uma actividade que estava a ter bastante adesão, quer por pessoas da igreja, quer por pessoas de fora, por isso acho que recuperar esse formato de teatro e debate em volta de um ambiente acolhedor, será uma mais-valia para todos. A longo prazo gostava de por em prática o projecto JubiDrama, que consiste num concurso de grupos de teatro cristão.

5.- Consideras o teatro uma forma de adorar?

Sem dúvida. Ao fazermos teatro cristão estamos a pôr em evidência as características de Deus, as maravilhas que Ele fez e ainda hoje faz. É outra maneira de declarar que Deus que Ele é poderoso, que Deus é amor, e ao participarmos nas peças estamos também a adorá-Lo.

6.- Tens algum versículo em especial, que te tenha marcado e queiras partilhar?

clau3Vários versículos já me marcaram de muitas maneiras, mas partilho com vocês um versículo que andou comigo na carteira nos meus primeiros tempos de crente… “6 Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com acção de graças.7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” Filipenses 4:6,7

7.- Que mensagem podes deixar a jovens que queiram servir a Deus na área teatral/dramática?

Servir num ministério da igreja é um trabalho que deve ser encarado com a maior seriedade. É um privilégio servirmos na casa de Deus e por isso devemos estar gratos pela oportunidade. É uma chamada que exige entrega, dedicação, responsabilidade e muitas vezes sacrifício. Sacrifício esse que é sempre compensado cada vez que vemos o nome de Deus ser exaltado. Servir na área do teatro implica todas estas coisas, aliadas ao dom de representar. Uns com mais facilidade que outros o importante é o gosto por servir nesta área, pois Deus sempre capacita os escolhidos!

E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” Colossenses 3:17

Hellen Santos

“…corremos o risco de contactar com coisas que nos podem desviar do caminho que Deus tem para a nossa vida”

getattachmentJP. – Sabendo que vieste do Brasil, ainda criança, fala-nos um pouco da tua chegada e como foi a tua adaptação, a um país estranho.

Cheguei a Portugal no ano de 2002, tinha 13 anos , uma adolescente, e nesta fase é sempre mais complicado passar pelas mudanças. E como é obvio, na altura eu não reagi muito bem perante a situação de ter que deixar o meu país, meus familiares e amigos pra ir viver num outro país.
Foi uma mudança brusca na minha vida! Não foi fácil a adaptação. Embora a linguagem seja a mesma, entre Brasil e Portugal, a cultura é muito diferente. Tive que me habituar a muitas coisas, desde a alimentação até à vossa maneira de estar.
Claro que hoje, vejo de uma maneira diferente e mais amadurecida a decisão dos meus pais. E percebo também que foi um plano de Deus pra minha vida. Toda essa mudança e as situações que com ela veio, obrigaram-me a ter um crescimento prematuro e a ver a vida com outra perspectiva.

JP.-Como chegaste à Igreja, aqui em Portugal, e qual foi a importância da Igreja no teu crescimento, ao longo da tua adolescência?

A minha chegada à Igreja do Jubileu foi através do meu pai que já fazia parte da igreja à cerca de 3 anos. As pessoas que lá encontrei foram uma grande ajuda na minha adaptação.
Ao longo destes 6 anos, foi sem dúvida muito importante o papel da Igreja na minha vida. Nós, e principalmente na fase da adolescência, quando estamos fora dessa “área de protecção” corremos o risco de contactar com coisas que nos podem desviar do caminho que Deus tem para a nossa vida. E graças a Deus, na Igreja do Jubileu, pude encontrar amigos onde sempre apoiei-me e que deram-me toda a ajuda que eu precisei para manter-me na direcção certa.

J.P.-Em relação ao Retiro de Jovens, quais eram as tuas expectativas e qual o seu impacto, na tua vida?

Quanto ao retiro, buscava ter um bom momento de convívio com todo o pessoal envolvido, mas principalmente receber mais de Deus e da Sua palavra.
Muito resumidamente, o retiro para mim foi uma maneira de conhecer melhor, pessoas que ainda não tinha muito contacto, mas principalmente foi um momento de louvor, adoração e de reflexão com Deus.

J.P. – Se te pedissem para descreveres Deus, como o farias?

Pergunta difícil!… Pra mim Deus é amor. E assim como o vento, o amor não se vê. Mas podes senti-lo.

J.P. – Tens algum versículo ou pensamento, que queiras partilhar com quem estiver a ler esta entrevista?

Gosto muito de uma passagem da biblía que se encontra em Josué 1:5-9:
Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui a moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria.
Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido. Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares.

Joel Soares

“…Ele nunca desiste de nós”

img_50951. Para muitos que não sabem, quase que “nasceste” nos bancos da igreja e cresceste na escola dominical. Quando sentiste dar o passo de aceitar Jesus na tua vida?

Comecei a ir à igreja ainda na barriga da minha mãe. À medida que crescia, aprendi que era possível ter uma amizade directa com Deus (não através da minha família). Por volta dos 14 anos, orei a Deus para que fosse Jesus a guiar a minha vida. Foi o início dessa amizade e um momento que guardo bem.. Estava na igreja, numa conferência, a ouvir “P’ra Te adorar oh Rei dos reis, foi que eu nasci….”


2. Quando e de que forma sentiste que tinhas uma chamada de Deus, para a área do louvor?

Meses depois desta decisão. Eu e dois amigos (Inês e Telmo) encontrámo-nos na igreja para orar uns pelos outros. Foi nesse momento que Deus plantou em mim um desejo grande de O servir através da música, de usar a música como ferramenta de adoração a Deus e de trazer a Sua presença às pessoas. Quando Ele nos chama, também nos capacita. Apesar dos meus medos, é isso que Ele tem feito.

3. Em tempos trabalhaste com a faixa etária correspondente aos adolescentes, na igreja. Fala-nos um pouco dessa experiência.

Deus é um Deus de gerações. Ele agiu em Abraão, Isaque e Jacob. É sempre um privilégio servir especificamente uma dessas gerações. Trabalhei com adolescentes durante dois anos (no “Clube T”), com o objectivo de fazê-los sentir-se acolhidos naquela que consideramos a “Casa de Deus” e, depois, motivá-los a terem um relacionamento com Cristo. Algumas das nossas actividades estão aqui http://clubet.wordpress.com

4. Fala-nos um pouco da tua experiência em Inglaterra, na academia de louvor, com o Chris Bowater e quais os momentos altos e os mais difíceis, dessa experiência?

Estive na Academia de Adoração do pastor Chris Bowater de 2006 a 2img_4573008. Viajava um fim-de-semana, a cada dois meses, para Inglaterra. Aprendi com pessoas (líderes de louvor, pastores,…) com quem nunca pensei estar, e tive momentos com Deus marcantes. A Academia é para quem tem desejo de ser um adorador “em espírito e em verdade” e serve na igreja. Tem a ver com “construir pessoas” – ajuda a encontrarmos o nosso lugar na Obra, trabalha o coração e alarga a visão. A Academia, como diz o Chris, trabalha “a pessoa no ministério” mais que “o ministério da pessoa”. Plantou em mim sementes cujos frutos hei-de colher até ao fim da vida.


5. Quais são as tuas expectativas para este novo ano?

São boas, apesar de tudo o que se diz. Os noticiários falam em crise e desmotivação, mas para o crente, a história tem que ser outra. Para nós (e através de nós), deve haver esperança e bênçãos.

6. Para terminar, que mensagem queres deixar para os jovens que estiverem a ler esta entrevista?

Deus está sempre lá. Podemos não o sentir, mas ele acompanha-nos. Podemos não acreditar, mas Ele acredita em nós. Até podemos desistir dele, mas Ele nunca desiste de nós.

Valter Paulino

valter1“Hoje sinto que Deus, mesmo quando eu não estava nos seus caminhos, nunca me tinha abandonado.”

JP – Como começaste a tua caminhada com Cristo?

VP – Tudo começou na tenda do desafio jovem, tinha eu perto de 10 anos de idade.
Eles andavam por todo país e nessa semana estavam em Setúbal; num desses cultos, aceitei Jesus como Senhor e Salvador da minha vida – um dia que jamais irei esquecer. Algum tempo depois os meus pais deixaram de frequentar a igreja e eu também deixei de frequentar, apesar de mesmo assim ainda ir algumas vezes à escola dominical. Há cinco anos atrás voltei para os caminhos de DEUS, juntamente com os meus pais. Hoje sinto que Deus, mesmo quando eu não estava nos seus caminhos, nunca me tinha abandonado.

JP – Foi fácil para ti, integrares-te na Igreja?

VP – Sim, acho que foi fácil: sentia uma grande vontade de fazer novos amigos. E fui muito bem recebido por todos e hoje, sinto que encontrei uma nova família que tem sido importante em vários momentos da minha vida. Agradeço a toda a igreja a forma como me receberam.

JP – És baptizado? O que isso significa para ti?

VP – Sim sou baptizado, foi um dos dias mais importantes da minha vida que nunca irei esquecer.
Foi como ter nascido de novo – o deixar muita coisa errada para trás e começar a viver a vida segundo a vontade de Deus.

JP – Qual a importância de servires na Igreja, na área do som e do louvor?

VP – Para mim, é um prazer servir a Deus,seja a fazer o que for, seja no som ou no grupo de louvor.
Tenho um grande respeito e temor a Deus, por isso tento sempre dar o melhor de mim, pois JESUS tem dado sempre o valter2seu melhor por mim.

JP – O que gostarias que Deus concretizasse na tua vida?

VP – Todos nós temos sonhos que ansiamos concretizar. Para mim, o mais importante é que a vontade de Deus seja feita na minha vida, pois sei que Ele tem o melhor para mim. Em todas as orações, o que lhe peço é que a sua vontade seja feita.

JP – Queres deixar algum pensamento ou versículo de encorajamento, para outros jovens que estejam a ler esta entrevista?

VP – Há um versículo com que me identifico muito, que ao lê-lo, vejo o que JESUS fez na minha vida – Salmos 40:1 e 2 – “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos.

OS PENSAMENTOS DE DEUS SÃO MAIS ALTOS QUE OS NOSSOS!!!

Susana Costinha

“Jesus é o amigo que nunca se cansa de nós”

susanaJ.P. – Como começaste a vir à Igreja?

S. C. – Comecei, através das minhas tias.

J.P. – Alguns familiares teus são cristãos. Isso teve alguma influência na tua vida?

S.C. – Sim, bastante. Existe sempre uma palavra que fica, de diferente.

J.P. – Que significado tem Jesus na tua vida?

S.C. – Penso que em toda a minha vida, foi fundamental, mesmo quando estive mais afastada.

J.P. – Tens algum versículo, em especial, que gostes?

S.C. – Jeremias 33:3: “…Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes…”.

J.P. – O que te atrai nas Reuniões de Jovens?

S.C. – Ainda está tudo muito recente, mas acredito que vai haver muita coisa que me vai atrair, mas o convívio será uma delas.

J.P. – Que mensagem gostarias de deixar a outros jovens que estejam a ler esta entrevista, de forma edificadora?

S.C. – Acreditem que JESUS tem um poder maravilhoso e tremendo e que a vida sem “ELE” é bem mais difícil. Eu deixo-vos esta mensagem com conhecimento pois já estive bem afastada, mas mesmo assim , naquelas situações muito complicadas JESUS estava lá para me livrar no momento mais complicado. JESUS é o amigo que nunca se cansa de nós.

Nuno e Helena Rosa

Ele tem-nos abençoado todos os dias.

JP. – Como se conheceram, enquanto casal?

NLR. – Conhecemo-nos na igreja, mas só começamos a conviver melhor na escola, onde estávamos a estudar à noite. Quer dizer, eu estudava e o Nuno fingia.

JP. – Como conheceram Jesus?

NLR. – Eu comecei a ouvir falar de Jesus quando tinha 5 anos, porque foi nessa altura que comecei a frequentar a Igreja com a minha mãe e o meu irmão nas Praias do Sado. Mas só tomei consciência de quem era o verdadeiro Jesus quando comecei a ir à Escola Dominical. O Nuno , inicialmente, ía ao Centro Bíblico de Azeitão, mas só aceitou Jesus, como seu Salvador, quando começou a frequentar a Igreja do Jubileu.

JP. – Como foi , para vocês, a experiência de terem sido pais, muito novos?

NLR. – De início, foi um pouco assustador, porque sabíamos que tínhamos transgredido as Leis de Deus e os princípios que os nossos pais nos tínham ensinado. E, para além disso, e uma vez que eramos novos, não tínhamos uma vida estável, principalmente a nível profissional. Mas com a Graça de Deus conseguímos ultrapassar todas as barreiras e Ele tem-nos abençoado todos os dias.

JP. – De certo, que têm visto as bençãos de Deus, na vossa vida. Têm alguma em especial, que queiram partilhar?

NLR. – Sim, temos visto as bençãos de Deus nas nossas vidas a cada dia que passa. A melhor benção que recebemos até hoje foi o nosso maravilhoso filho, o Iúri, porque também ele serve ao Senhor. Deus tem sido fiel ás suas promessas e nada nos tem faltado e por isso estamos muito gratos a Ele.

JP. – Fazendo os dois parte do ministério de louvor e a Lena, parte do ministério infantil, o que significa para vocês, servir a Deus?

NLR. – Para nós, servir a Deus é uma forma de podermos retribuir, a Ele, todo o Amor que nos tem dado. Deus é a rocha que sustenta a nossa casa.

JP. – Para vocês, qual a importância, da igreja local?

NLR. – A Igreja Local é importante para nós, porque é onde podemos aprender mais sobre Deus e onde podemos estar em comunhão com os nossos irmãos na fé.

JP. – Têm algum versículo, em especial, que queiram deixar a outros jovens, como referência?

NLR. – As dificuldades podem parecer intransponíveis, mas a nossa força não está no nosso braço… Vem de Deus! “POIS ELE CUIDA DE VOCÊS.” I Pedro 5: 7 – “Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós“.

JP. – Enquanto jovens, o que esperam de Deus, para as vossas vidas?

NLR. – Esperamos que nunca possamos abandoná-lo, pois Ele nunca nos abandonará. E queremos que Ele continue a abençoar-nos, a proteger-nos e a aperfeiçoar-nos a cada dia, enquanto esperamos pela sua vinda.

Filipa Lino

Vale a pena confiar e esperar em Deus

Membro do grupo de louvor da igreja e lider de louvor, foi também responsável pelo ministério de jovens, desde os seus 20 anos. Jornalista de profissão, com 32 anos, é uma apaixonada pela música e tem um álbum gravado com o título “Brisa de Amor”.

JP. – Como ocorreu o teu processo de conversão e como foram os teus primeiros anos de caminhada com Cristo?

FL. – Eu cresci numa família evangélica por isso ouvi desde sempre falar de Jesus. Só com dez anos é que percebi que o cristianismo não é hereditário. Eu achava que por ir à igreja com os meus pais já era cristã. Só quando a minha professora da Escola Dominical me explicou que era uma decisão pessoal é que percebi que precisava de entregar o meu coração a Jesus. Aceitei Jesus consciente do que estava a fazer, apesar de ser tão nova. Depois foi uma paixão crescente. Lembro-me que a fase da adolescência foi muito importante para o meu crescimento espiritual. Cresci muito nessa altura. Queria saber muito mais sobre esse Jesus que me fascinava.

JP. – Sendo tu filha de um pastor, sentes que o nível de responsabilidade e de exigência por parte da igreja é maior?

FL. – É inevitável. Os filhos dos pastores estão sempre na mira da congregação. Ainda assim não posso queixar-me. Conheço filhos de pastores que “desatinaram” porque não aguentaram a pressão. Alguns afastaram-se mesmo da igreja. Eu sempre tive os meus pés muito assentes na terra por isso não sofri com a atenção das pessoas sobre a minha vida. Sempre me senti livre.Nunca deixei de fazer nada por medo do que as pessoas iriam dizer ou pensar. A minha consciência é que manda.

JP. – Durante alguns anos, estiveste à frente do departamento juvenil da igreja. Quando e como sentiste que Deus te chamou para o servires nessa área?

FL. – As coisas foram acontecendo. Foi quase um “upgrade”. Eu comecei a servir a Deus na Escola Dominical, que hoje se chama Superigreja. Era professora dos meninos mais pequenos. Depois convidaram-me para fazer parte de uma equipa que iria estruturar o ministério de Jovens da Igreja do Jubileu. Eu aceitei e passado algum tempo já estava a liderar o grupo de jovens. Tinha 19 anos nessa altura. Mais tarde fiquei responsável pelos adolescentes. Aprendi muito. Não posso dizer que senti uma chamada para servir especificamente na área dos jovens. O que senti desde os meus 14 anos foi um desejo muito forte de servir a Deus. O resto veio por acréscimo.

JP. –  Como “levita” e lider de louvor, o que achas essencial a uma pessoa que queira integrar o serviço a Deus, na área do louvor?

FL. – Coração humilde, vontade de aprender e algum talento para os vidros não partirem quando começar a cantar ou a tocar.

JP. – Tens um cd gravado. Queres falar um pouco dele? Há prespectiva de um segundo trabalho?

FL. – O “Brisa de Amor” foi editado quase há 10 anos. Desde então nunca mais gravei. É essencialmente composto por músicas que já eram cantadas na igreja e que foram escritas por autores estrangeiros. Fez sentido num determinado período da minha vida. Abriu-me muitas portas para ministrar em igrejas em Portugal, no Brasil e no Luxemburgo. Mas se fosse hoje faria diferente. Se voltar a gravar um CD será com músicas originais. Mas para já não está nos meus planos.

JP. – Para ti, qual é o sentido de ser cristão nos dias de hoje?

FL. – Num mundo com cada vez menos valores é importante haver pessoas que têm os olhos em Jesus. Nós cada vez mais temos que ser o sal e a luz. As pessoas andam desorientadas e nós temos que ser uma placa a apontar para o céu.

JP. –  Que mensagem gostarias de deixar aos jovens, servindo de crescimento e edificação?

FL. – Gostava de dizer que o caminho mais fácil é desistir mas não é o mais certo. Deus tem sempre um propósito para todas as coisas…mesmo as más. Isso está claro na passagem bíblica Romanos 8:28 “Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus”. Vale a pena confiar e esperar em Deus!

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Uma resposta to “Entrevista Com…”

  1. Jorge charrao Says:

    Grande Valter e Joel força manos.Obr.pela vossa amizade, sempre com as palavras certas nos momentos bons e nos mais dificeis bençãos manos.

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